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CATERVA DE
QUISLINGS
Causa
grande apreensão a qualquer patriota que leia a matéria da
edição especial da revista "Time" de 24 de maio de 1999
com o título: "Latin American
Leaders for the New
Millennium". Os futuros "leaders"
apresentados formam uma caterva de quislings, todos comprometidos com os
interesses escusos das Organizações Não-governamentais.
Qualquer pessoa que não seja ingênua sabe que as
Organizações Não-governamentais são na realidade
para-governamentais. Elas foram criadas e são mantidas para
embaraçar o progresso dos países em ascensão social e
econômica, em vias de se tornarem
independentes dessa política de globalização,
autoritária e imperialista. Elas agem em áreas nevrálgicas
como ecologia, direitos humanos, política indigenista, etc. Quando um pais estiver balançando o jugo tirânico,
logo será acusado de violar um desses ”interesses nobres e
humanitários“. Isto é uma farsa semelhante ao que se prestou a
Inquisição, quando interesses políticos econômicos
eram suprimidos ou impostos pelos mais fortes em nome da fé. Como exemplo temos:
a “Human Rights America Watch”, ligada Georges Soros; a “WWF”, a “Internacional Amnystia”, a “International
Survival”, aos interesses políticos e
econômicos do governo britânico.
Para
ilustrar, citarei apenas três brasileiros apresentados na
edição. À
página 57, Anthony Garotinho é apresentado como o sucessor certo
à presidência da República em 2002. À página
90, é a vez de Ana Valéria Araújo que já conta em
seu currículo o gesto antipatriótico de impedir a construção
de uma hidroelétrica no Pará (SIC), alegando proteger os
interesses de uma tribo de índios que ainda estão na Idade da
Pedra. Todos os índios que vivem em nosso território têm de
ser tratados com uma política que os assimile à cultura
brasileira e não que os afaste em “reservas”. Isso é
dirigido de fora do país a fim de criar cizânia em nosso
território. À
página 58, é apresentado Gilmar Mauro, um dos expoentes do
Movimento dos Sem-Terra, entidade subversiva, proprietária de empresas
que fazem uma receita anual de 120 milhões de Dólares (SIC), mas
que não distribuem com equanimidade essa renda entre seus
“sem-terra”!
Podemos qualificar o conjunto desses “leaders
for the new Millennium”
como uma caterva de quislings.