Livro dos Espíritos: INTRODUÇÃO E PROLEGÔNEMOS
1. INTRODUÇÃO.
1.1. A Introdução do LE está dividida em dezessete itens, assinalados com algarismos romanos.
1.2. Item I: é apresentado o Conceito de Espiritismo, onde é explicada a necessidade da criação dos neologismos “espiritismo’, “espírita” e espiritista”.
1.3. Item II: discussão entre os conceitos de alma e espírito e Kardec estabelece o que eles significarão em sua Codificação. Outras citações LE 134 e LE 139.
1.4. Item III: é relatado como começaram as pesquisas sobre os fenômenos mediúnicos, desde as mesas girantes até a psicografia e psicofonia. Citação das irmãs Fox.
1.5. Item IV: é apresentada a dedução da existência da mediunidade, isto é, a comunicação entre o mundo encarnado e o desencarnado. Complementado em Obras Póstumas pg. 57, Obsessão pg. 109,EE 21: 7.8.9. (fala das cestinhas), EE 24.11. (fala das pranchetas), GE 14:40-44.
1.6. Item V: Explicações sobre psicografia e psicofonia.
1.7. Item VI: Apresenta um resumo da Doutrina Espírita em 31 itens. É importante como um vademecum para se aconselhar a quem esteja começando a estudar a Codificação e ter uma idéia geral dessa doutrina.
1.8. Item VII: Aborda a Opinião da Ciência sobre o Espiritismo. Kardec faz uma observação importante quando cita que pouco a opinião dela sobre a Codificação, pois os fenômenos espíritas existem com ou sem aprovação dela. Os recursos da Ciência daquela época não poderiam explicar ainda tudo. Isso também ocorre nos dias de hoje. Portanto, é perda de tempo alguns espíritas quererem comprovar os fenômenos espíritas pela Ciência, sempre haverá refutações. Só com muito avanço dos Espíritos que reencarnam na Terra é que as coisas espirituais passarão a ser aceitas como naturais.
1.9. Item VIII: Mostra como aprender o Espiritismo – pelo estudo sistematizado, constante. Nunca através de práticas mediúnicas, de dietas vegetarianas, abstinência de bebidas alcoólicas, de ritos de ascese, de sincretismo com outros credos e, muito menos, com filosofias orientais.
1.10. Item IX: mostra a universalidade dos fenômenos estudados pelo Espiritismo.
1.11. Item X: refuta algumas objeções ao Espiritismo e mostra sua validade.
1.12. Item XI: mostra como identificar os Espíritos que se manifestam e como avaliar as mensagens mediúnicas.
1.13. Item XII: mostra como alguns espíritos embusteiros podem usurpar nomes famosos para se apresentarem como sendo os próprios Espíritos. Espíritos Embusteiros.
1.14. Item XIII: aborda certas diferenças entre a linguagem usada pelos Espíritos. A diferença é apenas formal. Se houver uma análise, constatar-se-á que a matéria é a mesma.
1.15. Item XIV: aborda a objeção de alguns cépticos, mostrando que opinião dessas pessoas é impenetrável pela razão, sendo improfícuo tentar-se convencê-los.
1.16. Item XV: fala sobre a loucura, afirmando que ela é de origem orgânica. Complemento LE 372, 373, 375, 385, da pergunta 473 à 480, O Que é o Espiritismo pg. 11,112,113 da 33ª Ed. FEB 1989, LM nº 237 e 254, EE 5:25., Céu e Inferno pg. 408 e 411 da 53 ª ED FEB 2005, GE item 29 a 36.
1.17. Item: XVI: refutação a duas objeções ao Espiritismo, que admitindo a veracidade dos fenômenos, não aceitam que sejam provocados por espíritos.
1.18. Item XVII: mostra que a força do Espiritismo está em seus fundamentos e não nos fenômenos. LE 802, LE Conclusão pg. 484, EE 21:7., GE 15:28..
2. PROLEGÔMENOS.
2.1. “Prolegômenos” em grego significa “esclarecimentos”. Na primeira parte explica uma simbologia do Espiritismo. Seria o galho da videira. A cepa representa o corpo físico. O bago representa o Espírito encarnado, que Kardec convencionou chamar de “alma”. O licor, obtido com a fermentação do bago, representa o Espírito desembaraçado do corpo físico.
2.2. Fala da prática do Espiritismo, alertando que naquele momento, os espíritas receberiam muitas críticas, mas estaria chegando o momento em que as idéias espirituais seriam aceitas com naturalidade.
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